Uma menina de apenas 7 anos quebrou dois recordes ao pescar um dourado gigante no Rio Paraná recentemente. A pescaria em família acabou se transformando em um feito histórico no Oeste do Estado.
A pequena pescadora esportiva Heloísa Maria Dantas de Souza quebrou o recorde brasileiro e o paranaense na categoria Absoluto Feminino Júnior. A captura do dourado gigante ocorreu no município de Guaíra em abril, porém, a homologação do recorde aconteceu no fim de maio.
A menina pescou o exemplar com 81 centímetros durante uma pescaria na manhã do dia 20 de abril de 2026. O local foi o tradicional Canal das Garças, uma das regiões conhecidas pela incidência do peixe na cidade. O feito colocou novamente a menina no Hall da Fama da pesca esportiva brasileira.

Uma menina de apenas 7 anos quebrou dois recordes ao pescar um dourado gigante no Rio Paraná recentemente. A pescaria em família acabou se transformando em um feito histórico no Oeste do Estado.
A pequena pescadora esportiva Heloísa Maria Dantas de Souza quebrou o recorde brasileiro e o paranaense na categoria Absoluto Feminino Júnior. A captura do dourado gigante ocorreu no município de Guaíra em abril, porém, a homologação do recorde aconteceu no fim de maio.Play Video
A menina pescou o exemplar com 81 centímetros durante uma pescaria na manhã do dia 20 de abril de 2026. O local foi o tradicional Canal das Garças, uma das regiões conhecidas pela incidência do peixe na cidade. O feito colocou novamente a menina no Hall da Fama da pesca esportiva brasileira.

Recorde brasileiro de dourado aos 7 anos
A captura aconteceu por volta das 7h da manhã, durante uma pescaria de rodada ao lado do pai. O dourado capturado por Heloísa superou a antiga marca de 74 centímetros, que já pertencia à própria menina, além do recorde anterior de 65 centímetros, registrado por outra competidora da categoria.
A homologação seguiu os rígidos critérios da BGFA (Brazilian Game Fish Association), entidade responsável pela validação dos recordes de pesca esportiva no Brasil. Segundo as regras, o peixe precisa ser medido de forma específica, com registro em vídeo, boca fechada e superfície correta. Além disso, é preciso comprovar a devolução do animal vivo ao rio.
“Tem todo um critério. É filmagem tirando o peixe, recolhendo, filmagem do peixe pulando, soltando. O peixe precisa ficar vivo porque a gente pratica o pesque e solte”, explicou a mãe da menina, Layla Dantas.
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