Uma mulher de 28 anos morreu após ser baleada na cabeça na madrugada deste sábado (21), em Cascavel. O crime aconteceu na Avenida Interlagos, no cruzamento com uma travessa da Rua Ipanema.
Segundo informações, a vítima estava em um bar quando um atirador passou pelo local em um veículo de cor prata e efetuou diversos disparos. A princípio, foram mais de cinco tiros, mas há relatos de que o número pode ter ultrapassado 15. Após os disparos, o suspeito fugiu.
Populares acionaram equipes de socorro, mas, devido à gravidade dos ferimentos, a mulher foi levada por terceiros à UPA do bairro Brasília. O Corpo de Bombeiros chegou a ser chamado, porém a vítima já estava na unidade.
Na UPA, a equipe médica tentou reanimá-la, mas ela já havia chegado desacordada. A morte foi confirmada pouco depois.

A Guarda Patrimonial fez a segurança no local de atendimento. A Polícia Militar esteve no bar onde os tiros foram efetuados e isolou a área para os trabalhos da Polícia Civil.
A Polícia Científica foi acionada para a remoção do corpo na UPA e também realizou perícia no local do crime. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Rapaz que socorreu mulher morta em bar relata desespero
A mulher de 28 anos morta após ser baleada na cabeça na madrugada deste sábado (21), em Cascavel, foi socorrida por um cliente do bar onde o crime aconteceu. O caso foi registrado na Avenida Interlagos, no cruzamento com uma travessa da Rua Ipanema.
Em entrevista à equipe do Portal Catve.com, Gabriel Marques, o homem que levou a vítima até a UPA do bairro Brasília contou que não conhecia detalhes do que motivou o crime e que agiu por impulso diante da gravidade da situação.

“Eu tava trabalhando no supermercado e depois fui tomar uma cerveja no bar. Quando aconteceu, foi aquele tiroteio. Infelizmente, atingiu uma menina que não tinha nada a ver”, relatou.
Segundo ele, no momento dos disparos, a vítima caiu e começou a sangrar pela cabeça. Populares chegaram a acionar a ambulância, mas, diante da demora, ele decidiu levá-la por conta própria até a unidade de saúde.
“A gente chamou a ambulância, mas ia demorar muito. Falei: bora pegar e levar pro hospital rápido. Colocamos ela no carro e trouxemos pra cá”, disse.
Gabriel contou ainda que a vítima era conhecida no bairro e trabalhadora. “É conhecida, sim. Trabalhadeira”, afirmou.
Na entrevista, ele relatou ter ouvido cerca de seis disparos, embora outras testemunhas apontem que o número pode ter sido maior. Abalado, ele demonstrava esperança na recuperação da mulher — sem saber que ela já havia morrido após dar entrada na unidade. A vítima deixa dois filhos.
O crime aconteceu quando um atirador passou pelo local em um veículo prata e efetuou diversos tiros contra o bar. Após a ação, o suspeito fugiu.
A Polícia Militar isolou a área para perícia, enquanto a Polícia Científica realizou os levantamentos tanto no local do crime quanto na UPA. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
A Polícia Civil investiga o caso.
CATVE


