Conta Fake de Lazaro Barbosa em Instagran vem assustando moradores de Assis Chateaubriand

Esta semana, várias pessoas perceberam uma conta do Instagran, com uma foto de perfil do Lazaro Barbosa, vem assustando algumas pessoas em Assis Chateaubriand. “É né M******, mora na Rua Peru tô indo busca comida, vou mata todo mundo”, em uma das mensagens. Em outas ocasiões, a conta traz mensagens de terror, ameaças contra famílias, entre outras. A situação atual que está, indica um Fake News, ou seja, notícia falsa, uma conta com perfil criado de mal gosto, que em uma brincadeira, pode tornar uma situação real grave, deixando uma pessoa apavorada e as vezes até cometendo atos contra a vida, como já foi registrado no Brasil, fatos parecidos devido a tal Fake News.

Ao receber qualquer mensagens sobre esta conta fake, bloqueia e se insistir com ameaças pessoas, procure uma delegacia.

Caso de Lázaro Barbosa

Mais de 200 policiais participam das buscas por Lázaro Barbosa Sousa na região de Cocalzinho de Goiás. As ações são comandadas pela Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO), com a ajuda de equipes do DF e das Polícias Federal e Rodoviária Federal.

De acordo com a SSP-GO, Lázaro é suspeito de cometer um triplo latrocínio em Ceilândia, no DF, além dos crimes em Goiás. “Nos últimos dias, o indivíduo invadiu propriedades rurais da região do entorno, fez três pessoas reféns e baleou outras quatro, entre elas, um policial militar. O PM, que foi atingido de raspão, chegou a ser levado ao Hospital de Urgências de Anápolis (Huana), mas já está em casa”, informou a secretaria.

Lázaro já possui uma condenação por homicídio, na Bahia, e é também procurado no DF e em Goiás por crimes de roubo, estupro e porte ilegal de arma de fogo. A SSP-GO tem feito alertas sobre os prejuízos que notícias falsas têm causado para a investigação, segundo o chefe da pasta, Rodney Miranda.

Em coletiva de imprensa feita recentemente, Miranda disse que essas informações falsas acabam fazendo com que os investigadores “deixem de atender mais rapidamente uma informação procedente, para atender uma que não tem relevância”.

Segundo ele, tais situações têm provocado interferências na operação. “É um problema sim. Não só essa fake news [de que Lázaro estaria em um cemitério], como outra de que ele já havia sido baleado, que já estava morto. Tudo isso atrapalha, porque não só a nossa Inteligência, como as unidades de operação, tem que checar. Às vezes a gente deixa de atender mais rapidamente uma informação procedente, para atender uma que não tem relevância”, ressaltou.

Miranda disse que a situação é “complexa, grave e de difícil resolução”, mas que avanços têm sido obtidos, contando com o reforço de 20 policiais da Força Nacional de Segurança Pública.

Agência Brasil

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