Padrasto está foragido após abusar da enteada em Toledo

Após a Polícia Militar receber informações sobre um possível estupro de vulnerável, manteve contato com a solicitante, onde informou que teria recebido uma ligação de seu companheiro, na qual ele afirmava que uma de suas filhas de 12 anos de idade, teria “virado mocinha”, dando a entender que a menina havia tido sua primeira menstruação. Tal relato foi feito a mãe da vítima enquanto ela retornava de ônibus para a casa onde a família mora.

Sequencialmente, afirmou a solicitante que já em casa, teria estranhado o comportamento da filha, momento no qual recebeu por parte de seus outros filhos também menores de idade, entre eles um de 9 anos, sendo que a vítima teria sido levada para um quarto da casa, e uma vez lá dentro com seu padrasto, teria gritado.

Após conversar com a vítima, o irmão dela de 9 anos de idade e uma outra filha mais velha, a solicitante tomou ciência de que sua filha, vinha sendo abusada pelo seu companheiro e padrasto da criança, há, pelo menos dois anos, e que na presente data teria ocorrido a princípio a conjunção carnal.

De posse dessas informações, a mãe da vítima de estupro ligou para seu amásio, o qual estava trabalhando na BRF naquele momento e fingindo passar mal em meio a uma chamada telefônica efetuada, solicitou que ele se fizesse presente de volta a casa, coisa que o mesmo o fez.

Uma vez lá, ela o confrontou em frente a todas as filhas e ao filho e ele confessou em frente a todos que a situação narrada acima, em relação ao estupro, de fato teria ocorrido. A solicitante ainda tentou deter o autor enquanto chamava a equipe policial, mas o mesmo pegou seus documentos pessoais, cerca de R$ 600,00 e se evadiu do local tomando rumo ignorado.

De posse das características do autor e das informações repassadas acerca das roupas que ele vestia quando fugiu, todas as equipes policiais de serviço fizeram buscas na região, não logrando êxito em localizar o autor dos fatos supracitados.

Na casa onde o crime ocorreu se fizeram presente uma equipe do SAMU e um conselheiro tutelar, sendo que aqueles encaminharam a menina e a mãe até o hospital Bom Jesus para a tomada de procedimentos cabíveis, enquanto este começou a executar o acompanhamento do caso por parte do conselho tutelar.

Foi repassada a informação para a equipe policial de que haveria a possibilidade de o autor ter fugido para a casa de seus pais, localizada na cidade de Diamante do Oeste.

Executados todas as ações e acompanhamentos possíveis para o caso, prestada toda assistência prevista para a menor e vítima de estupro por parte de seu padrasto, a equipe de Polícia Militar confeccionou esse boletim de ocorrência e o remeteu a 20ª Subdivisão Policial, para que a polícia civil adote as ações de polícia judiciárias previstas para o caso, que está sendo investigado pela Polícia Civil.

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