Após compra pela internet, mulher registra estelionato na PM de Tupãssi

Tupãssi – Nesta sexta-feira (06), compareceu no destacamento da PM, um senhor que passou a relatar que na data do dia (26), visualizou um anúncio na rede social Instagram, feito por meio da loja do site www mariashops com br, em que anunciava um aparelho denominado pistola massageador Phoenix. Por ser apresentado um preço acessível e bem mais vantajoso, que efetuou a compra no valor de R$ 397,00, sendo o pagamento realizado de forma vinculada ao site www mercadopago com br.

Dessa forma, foram efetuadas as transferências de dados pessoais e ainda efetuado o pagamento em cartão de crédito mediante parcelamento em 03 vezes, com um pequeno acréscimo que incidia em razão do parcelamento do cartão.

A empresa vendedora, conforme relata o noticiante, se comprometeu a entregar o produto em 60 dias. Na data de 12 de janeiro de 2020, que entrou em contato com a empresa por meio de seu e-mail, solicitando informações sobre a compra realizada e mais especificamente, sobre a entrega de seu produto.

Cerca de 10 dias depois, a empresa retornou informando que havia ocorrido um atraso no recebimento do produto pelo fornecedor internacional devido as férias coletivas e ainda disse “que ficasse tranquilo, pois, já estava tudo normalizado”, e ainda enviaram na mesma ocasião o protocolo de rastreio da mercadoria pelos correios.

De imediato, relata o noticiante que se conectou ao site dos correios e verificou que sua mercadoria ainda estava na Suécia. Na data de 17 de fevereiro de 2020, em nova consulta verificou que o produto havia chegado ao Brasil, porém a mercadoria havia sido entregue em um endereço em Cajamar, São Paulo.

No dia 18 de fevereiro de 2020, entrou em contato com a vendedora por e-mail, afim de saber sobre a mercadoria e informando que seu produto havia sido entregue em outro endereço, em São Paulo, e informando que aquele possivelmente não era seu pedido e assim solicitou outro código de rastreio.

Após essa data, que não recebeu mais nenhuma informação da empresa vendedora e não restando outra alternativa, decidiu registrar o boletim de ocorrências e buscar seus direitos no âmbito jurídico como consumidor.

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